sábado, 5 de abril de 2014

Seminário sobre acessibilidade na Web


O CRTIC - Centro de Recursos TIC para a Educação Especial da Guarda e a ESTG/IPG levaram a cabo o seminário subordinado ao tema "Acessibilidade na Web" no passado dia 26 de março no Auditório da Escola Secundária Afonso de Albuquerque. Neste seminário estiveram presentes 106 participantes (alunos e professores) e como oradores participaram o professor Paulo Santos do CRTIC que fez um enquadramento geral da temática, o Eng. Nelson Monteiro da Dom Digital Serviços de Internet que abordou algumas das mais importantes Diretrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web (WCAG 2.0) e como avaliar/validar um site web. Na segunda parte deste seminário o Prof. Luís Figueiredo, do Instituto Politécnico da Guarda e responsável pelo projecto MagicKey apresentou algumas soluções para que pessoas com algum tipo de incapacidade ou deficiência consigam utilizar um computador e navegar na web.
Este seminário teve como objetivo principal sensibilizar para os participantes para a concepção de conteúdos para a Internet de acordo com os princípios do Design for All.
A acessibilidade permite que todas as pessoas percecionem, naveguem e interajam com a Web da mesma forma, independentemente de possuírem ou não alguma incapacidade ou deficiência.
A acessibilidade é uma questão de Igualdade de oportunidades (cariz ético e social ou económico) e a crescente necessidade de acesso à informação presente na Web por parte de todos os cidadãos (1 milhão de cidadãos Portugueses possuem deficiências) é uma questão muito pertinente.
As Diretrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web - “Web Content Accessibility Guidelines” (WCAG) 2.0 são recomendações da W3C (World Wide Web Consortium) para tornar o conteúdo da Web mais acessível. O seu cumprimento facilitará a utilização do conteúdo da Web por todo o tipo de utilizadores.
As recomendações WCAG 2.0 têm três níveis de conformidade:
      Nível A
      Nível AA (Duplo A )
      Nível AAA (Triplo A)

Existem validadores para validar de forma automático as recomendações WCAG 2.0, o AccessMonitor é um validaores desenvolvido pela Unidade ACESSO da FCT - Fundação para a Ciência e a Tecnologia que reage dinamicamente se devidamente configurado numa página web.

O símbolo de Acessibilidade à Web é um símbolo que representa apenas uma preocupação dos responsáveis do sítio web por esta temática. 

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Criação de roupeiro solidário ESAAG


No âmbito do Plano Anual de Atividades do Departamento de Ciências Sociais e Humanas, as docentes do Grupo de História, com a colaboração de outros docentes do mesmo Departamento, vão comemorar o Ano Internacional da Famíliadando início a uma ação de angariação de vestuário, novo ou usado, e à sua distribuição pelos alunos que manifestem interesse em usá-lo, iniciativa que deverá manter-se no futuro.
É do conhecimento de todos que existem atualmente por todo o país, incluindo na cidade da Guarda, lojas com roupas já usadas mas que ainda se encontram em bom estado de conservação para poderem ser reutilizadas. Muitas vezes as roupas deixaram de servir, ou deixaram de ser úteis, ou já não correspondem ao gosto e necessidades do momento, podendo ser utilizadas novamente.
Este roupeiro solidário vai ser apresentado à comunidade escolar no dia sete de maio. As peças serão vendidas a um preço simbólico.
Assim, solicita-se a colaboração de todos os alunos, seja pela oferta de vestuário, seja pela participação em atividades de logística.
Os alunos desta Escola são convidados:
- a partilhar, oferecendo alguma peça de vestuário ou calçado que se encontre em bom estado de conservação e que possa ter uma segunda vida;
- a doar tempo livre para atividades de logística, em colaboração com a organização da iniciativa.

A doação poderá ser feita até ao dia 30 de Abril, entregando-a aos Diretores de Turma, no CEO e às professoras da disciplina de História.
(texto do Grupo de História)

terça-feira, 1 de abril de 2014

Mega Sprinter em Lagoa no último fim de semana


O Estádio da Bela Vista no Parchal, em Lagoa (Algarve), recebeu na sexta-feira e sábado passado, a fase final da 10.ª edição do Mega Sprinter, projeto desenvolvido em parceria com a Federação Portuguesa de Atletismo.
O Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, esteve presente durante as provas, assim como Francis Obikwelu, Nelson Évora e Rui Silva.




Competiram cerca de 900 alunos do Ensino Básico e Secundário em quatro escalões etários  (Infantis A /B, Iniciados e Juvenis), oriundos das cinco áreas educativas do continente e da Região Autónoma dos Açores. Nas diferentes fases estiveram envolvidos mais de 200 mil alunos, do 5.º ano ao 12.º ano. Nesta fase, o acesso foi obtido por mérito alcançado nas diferentes fases. Tal como tem vindo a ser hábito, a Escola Secundária Afonso de Albuquerque marcou presença. Este ano participaram 7 alunos que são: Beatriz Fonseca (10º A); Matilde Rodrigues (10º C); Catarina Costa (10º D); Ana Henriques (11º F); Inês Pinto (8º G); Bernardo Marques (9º B) e Paulo Mendonça (9º H). Pertencente também ao Agrupamento participou Simão Guerra, da Escola Básica Sta. Clara.
O professor Henrique Costa, desde o princípio acompanhou os alunos em todas as fases de seleção até à representação no Nacional e está muito satisfeito com o desempenho obtido pelos alunos. Apesar de não ter sido possível trazer medalhas, regista um incremento da qualidade do desempenho desportivo. Aqui ficam as fotos.

Frederico Lucas na ESAAG


     Frederico Lucas é empreendedor social para o desenvolvimento territorial. Nasceu em Lisboa em 1972 e vem hoje à escola dar uma palestra sobre “Emprego: uma mentira convincente. É no Grande Auditório da ESAAG às 12h00 e a organização é da Associação de Estudantes.

Leopoldo Mesquita, professor da ESAAG, cabeça de lista do PCTP/MRPP às Europeias


Chama-se Leopoldo Mesquita, é casado e tem dois filhos. É licenciado em Economia, mestre em Sociologia Económica e doutorado em Ciências da Educação (nas áreas da História da Educação e da Economia Política da Educação). É militante do PCTP/MRPP há 40 anos. É o primeiro candidato das listas do PCTP/MRPP às Eleições para o Parlamento Europeu de 25 de maio.

Porque aceitou ser cabeça-de-lista do PCTP/MRPP às eleições europeias do próximo mês de maio?
Aceitei ser o primeiro candidato do PCTP/MRPP às eleições europeias porque me identifico com os objetivos da candidatura, porque atribuo uma grande importância a estas eleições tendo em conta a presente situação política, e porque considero possuir as capacidades e as condições necessárias ao desempenho do papel de cabeça-de-lista para que fui proposto.
Quais são as suas expectativas de resultados, tendo também em conta que se candidata por um pequeno partido?
A meu ver, o objetivo mais importante nestas eleições é o de lançar um vasto movimento de mobilização e debate sobre o que há a fazer para retirar Portugal da gravíssima crise em que foi mergulhado. Esta crise é em grande parte determinada pelos tratados e regras da União Europeia que foram impostos a Portugal sem que nunca o povo português tivesse sido consultado. Esses tratados e regras contribuíram muitíssimo para a destruição da estrutura produtiva do país, fizeram de Portugal uma espécie de colónia da Alemanha e eliminaram já quase tudo o que caracteriza uma democracia plena. É preciso pôr em causa e em discussão tudo isto e tomar as decisões que forem necessárias.
Obviamente que espero um significativo aumento da votação na candidatura que encabeço. Havendo igualdade de condições de difusão de ideias entre todas as candidaturas, será possível a eleição de um deputado do PCTP/MRPP para o Parlamento Europeu.
A saída do euro é a ideia-chave desta candidatura. Porquê?
Portugal nunca deveria ter aderido ao euro nem tal deveria ter sido decidido sem se consultar o povo, em referendo, sobre um passo tão importante e decisivo. Desde a adoção do euro, todos os indicadores económicos do país revelam uma acentuada degradação. De então para cá, iniciou-se um processo que está a conduzir rapidamente à reposição dos níveis de pobreza, de baixos salários e de ausência de direitos democráticos, sociais e laborais que existiam nos piores tempos da ditadura salazarista.
Portugal tem de recuperar a sua soberania monetária, repor uma moeda própria (um novo escudo) e adequar o valor dessa moeda às condições da competitividade da produção das empresas e do país. Só assim será possível reequilibrar e desenvolver a economia, criar empregos para todos e repor os direitos de que os trabalhadores e o povo foram e continuam a ser espoliados. A saída do euro é, no momento atual, o principal desígnio nacional.
Que outras ideias defende para Portugal nestas eleições?
Embora o objetivo da saída do euro seja o principal lema da campanha do PCTP/MRPP, há outros objectivos que lhe estão directamente associados. O primeiro é o derrube do governo PSD/CDS e a sua substituição por um governo que seja apoiado por uma ampla unidade de forças democráticas e patrióticas. Outro objetivo é o de reforçar uma corrente que tem já uma forte expressão na sociedade portuguesa e que defende o repúdio da dívida pública, com base na constatação de que essa dívida é impagável e não foi contraída por mandato do povo nem reverteu em seu benefício.
Como se define na sua relação com a política?
A política é a mais nobre das atividades se for entendida como um serviço público para melhorar a qualidade de vida das pessoas e se for recusada a ideia de que os políticos devem ter qualquer espécie de privilégio em relação ao cidadão comum. Dado que é esse o meu entendimento, tenho um gosto enorme em participar na vida política e fá-lo-ei, como sempre fiz, para defender os interesses das pessoas que vivem do seu trabalho e o fim de todas as formas de exploração do trabalho alheio.