sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

A CARA DO VERGÍLIO Trabalhos de Oficina de Artes

    Pusemos os alunos de Oficina de Artes do 7º F e H a modelar com diversas técnicas a cara do Vergílio Ferreira tal como ela aparece em muitas imagens na Internet. As obras de arte estão para apreciação no Espaço Conhecimento e Memória até ao dia 5 de fevereiro. Aqui fica um cheirinho. E parabéns aos artistas.





quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

CONSELHOS DE TURMA DO 7º e 8º ANO Reuniões na próxima semana

    São já na próxima semana, entre segunda e quinta-feira, sempre ao fim da tarde, as reuniões de Conselho de Turma para avaliação das 4 disciplinas semestrais do 7º e 8º anos: Oficina de Artes, Educação Tecnológica, Tecnologias de Informação e Comunicação e Oficina de Cultura e Línguas Clássicas.
    Estas disciplinas funcionam por semestre, com cerca de metade dos alunos de cada turma em alternativa com as outras disciplinas semestrais, mudando depois para outra disciplina no semestre seguinte. Estas disciplinas têm apenas um momento de avaliação, sendo as classificações registadas agora em ata e publicadas em pauta na avaliação final. 

VOCACIONAIS Alunos plantam couves na horta








    Os nossos alunos do Vocacional - 3º Ciclo já andam a plantar na horta junto ao polidesportivo exterior. Plantaram couves e ao lado já se podem ver os alhos e as favas. Temos legumes para todo o ano? (Fotos Paula Ferreira)

POR OCASIÃO DO LANÇAMENTO DE "BAGATELAS" Rogério Pires apresenta-se


Por ocasião da edição do seu primeiro CD, pedimos ao ex-aluno da ESAAG Rogério Pires que se apresentasse e também falasse do seu disco "Bagatelas". Aqui fica a resposta.

Chamo-me Rogério Orlando Cardoso Pires. Nasci em Pinhel, uma linda cidade do nosso distrito. Fui para a Guarda aos 6 anos: Escola Adães Bermudes, Ciclo Preparatório e Liceu Nacional Afonso de Albuquerque dos anos 72/73 a 77/78. Não tenho ido aos jantares que tenho sabido acontecerem por não ter tido oportunidade. Tenho imensas e boas recordações do meu Liceu, quem não tem?
Vim para Lisboa estudar Filosofia, na Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. Após a licenciatura continuei a estudar viola dedilhada no Conservatório Nacional de Lisboa. Tenho feito recitais desde então, mas considero-me mais um professor do que um músico.
Já integrei vários projetos como o Trio de Guitarra Tactus. Ultimamente tenho trabalhado com o acordeonista e professor de sapateado, o francês Michel, o percussionista Mick Trovoada, o cantor  e autor João Afonso e o multifacetado, realizador, ator, letrista, compositor e cantor José Medeiros desde há mais de uma década. Dois destes músicos, o José Medeiros e o João Afonso foram as pessoas que mais força fizeram para que gravasse o meu CD, Bagatelas, ao afirmarem o seu gosto pela audição das músicas que, mais ou menos espontaneamente, tenho feito. Conto com o testemunho positivo em pequenos filmes do João Afonso, do José Medeiros, do Rodrigo Leão que muito me honram. Em breve também do Sérgio Godinho.
Como refere a apresentação dos Sons Vadios, “até 10 de Fevereiro, está a decorrer uma campanha exclusiva de Pré-Venda de apoio à edição do CD Bagatelas, da autoria do guitarrista Rogério Cardoso Pires. As modalidades de apoio são: 10€ - 1 cd autografado; 18€ - 2 cds autografados; 25€ - 3 cds autografados; 50€ - 4 cds autografados + 1 garrafa de vinho tinto da Adega Cooperativa de Pinhel, com o rótulo Bagatelas; 100€ - 10 cds autografados + 1 garrafa de vinho tinto da Adega Cooperativa de Pinhel, com o rótulo Bagatelas; 200€ - 1 CD autografado + 1 garrafa de vinho tinto da Adega Cooperativa de Pinhel, com o rótulo Bagatelas + concerto privado de 30'. Os interessados em adquirir o disco, por favor entrem em contacto com a Sons Vadios por mensagem privada ou através do email sonsvadios@gmail.com”
Publiquei um livro chamado Zé dos Ventos em 2000. Fiz na altura um lançamento na Guarda por iniciativa, como tantas, do Américo Rodrigues. Tenho outro livro para publicar, Historietas de Martim Afonso. São textos algo irónicos ou absurdos ou mesmo esgrouviados e, também, alguns, algo divertidos. Tenho ainda apontamentos para escrever "o meu livro", que se chamará Coisas Boas.

Já fiz uma longa apresentação dos meus últimos tempos, em atividades ligadas à Arte e à Cultura, por esta não esperava. O meu lugar natural continua a ser e será o Castelo da Guarda de onde vejo muito e onde me sinto em casa.

ATIVIDADE ARRANCOU COM A DIRETORA E O PRESIDENTE DA AE Reescrever Vergílio Ferreira daqui para a frente



O professor bibliotecário a explicar o sentido da atividade

Prontos a começar

Amélia Fernandes e Rodrigo Besteiro inauguram os livros

Outros alunos continuam a tarefa

    Teve lugar hoje às 10 horas o arranque da atividade REESCREVER VERGÍLIO FERREIRA, que pretende escrever à mão duas obras de Vergílio Ferreira, os CONTOS e a MANHÃ SUBMERSA, que ficarão depois como sinal da comemoração do Centenário do nascimento do autor, hoje comemorado. Inauguraram os livros a diretora do Agrupamento, Amélia Fernandes, e o Presidente da Associação de Estudantes, Rodrigo Besteiro.
    Nas palavras de lançamento da atividade, Joaquim Igreja, professor bibliotecário da Biblioteca Escolar Vergílio Ferreira (da ESAAG), onde a atividade se realiza, salientou o simbolismo deste gesto de reescrever as palavras deste escritor que frequentou a mesma escola que nós entre 1933 e 1935. O próprio Vergílio Ferreira reflete na Conta Corrente 4 sobre o significado da sua escrita interrogando-se: "Porque é que infatigavelmente não cesso de escrever? Escrevo para estar vivo - disse um dia e repeti. Mas estar vivo para quê? Que outra finalidade aí, além de ser vivente? E sobretudo, que é que me move no ato de escrever, quando simplesmente estou a estar vivo sem pensar que estou?". E ele próprio aponta uma resposta que é só uma meia-resposta: "Há para tudo isto uma estrela longínqua, perdida entre as estrelas, e que eu não sei, e que eu suspeito apenas no impulso para a alcançar. (...) Há um combate comigo mesmo, cada dia recomeçado, sem esperança de uma vitória mas sem certeza de uma derrota. É assim como um combate de resultado adiado em que não há portanto nem vencido nem vencedor.". 
    A atividade vai continuar até acabar a escrita dos dois livros. Seja aluno, professor, funcionário ou encarregado de educação, venha até à Biblioteca Escolar REESCREVER VERGÍLIO FERREIRA. (Fotos Joaquim Igreja e Ana Margarida Neves)