quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Avaliação dos estragos do mau tempo

Em curso avaliação do que há a reparar
 
     Está em curso durante esta semana na ESAAG uma operação de avaliação dos estragos causados pelo mau tempo na noite de Consoada de 2013 na cobertura das instalações da Direção da ESAAG. Deste modo, estão a ser analisadas as coberturas, os equipamentos atingidos e os pavimentos inundados de forma a verificar o que vai ser substituído ou reparado pelas obras a desenvolver logo que as condições meteorológicas o permitam. Também as coberturas do Centro de Recursos (CR) e do Pavilhão Gimnodesportivo da ESAAG que têm permitido infiltrações foram esta semana objeto de análise pelos técnicos da Parque Escolar, tendo sido provisoriamente colocada uma espécie de “fita-cola” nos locais mais críticos enquanto as condições climatéricas não permitirem uma intervenção definitiva. Lembramos que em ambos os casos se verificaram na semana passada infiltrações muito graves que retiram condições de conforto e segurança a estas duas instalações. De assinalar ainda que estes dois espaços são os espaços mais frios da escola, no limite das condições mínimas de funcionamento para trabalhar. O CR tem um aquecimento muito débil e o Pavilhão não tem qualquer aquecimento. Imaginem agora quando lá fora estão temperaturas negativas.
De igual modo se deslocaram à escola os peritos da companhia de seguros responsável pelas instalações da Parque Escolar, de forma a verificarem os estragos causados pela queda de uma árvore há cerca de quinze dias, que atingiu dois automóveis de dois professores.
Uma reportagem sobre a ESAAG e estes problemas, da autoria do jornalista Jorge Esteves, foi entretanto exibida na passada terça-feira na RTP 1 no programa Portugal em Direto. 

UNIDADE DE MULTIDEFICIÊNCIA NA ESAAG


A Unidade de Multideficiência (UAEAM) que no presente ano letivo funciona na Escola Afonso de Albuquerque, tem vindo a organizar e promover um conjunto de ações que facilitem a inclusão das crianças e jovens com Multideficiência. Com estas ações pretendemos sensibilizar a comunidade educativa para a problemática das pessoas diferentes, promover a igualdade e valorizar a diferença, a interajuda entre pares e a educação para a cidadania. Neste sentido, propusemos no Plano Anual de Atividades da Educação Especial (PAA), várias ações, uma das quais gostaríamos de compartilhar com os leitores do Blogue Expressão, a leitura e exploração do texto "A Inclusão dos dos Excluídos", de Binho Vieira, realizada na aula de Formação Cívica, a qual passamos a transcrever. A riqueza do texto permite-nos refletir sobre Inclusão/Exclusão, a aceitação e a valorização das diferenças. Esperamos que seja do vosso agrado e permita uma meditação sobre o tema.
 “Desde que mundo é mundo sabemos que o lápis é lápis e tem o objetivo específico de escrever. Claro que, mal-empregado, pode tornar-se numa arma letal. Vamos dizer que a exclusão social é um lápis apontado que foi utilizado de forma errada e se tornou num grande objeto de risco para a nossa sociedade. Esta crónica, com leve tom poético, vem mostrar a dura realidade separatista em que o mundo se encontra com as suas barreiras económicas, os seus buracos e abismos educativos, os seus “apartheids” sociais que nos levam a um declínio humano, nunca outrora visto, ouvido e vivido. Podemos entender que exclusão e inclusão são duas formas opostas e antagónicas! Mesmo sendo um assunto delicado, brinquei com as palavras, para que as próprias palavras se tornem delicadas num assunto tão polémico. Vamos ver? Exclusão é colocar fora, inclusão é colocar dentro. Exclusão tira toda a minha responsabilidade, mas a inclusão faz-me responsável pelo outro. Exclusão é um pouco fora do todo, é um texto fora do contexto. Inclusão somos todos nós. É uma palavra com o pretexto de aproximar, sem receios. Exclusão é um copo partido, inclusão é um copo colado. As emendas não serão apagadas, mas podem ser reescritas! Inclusão é uma noite com astros e a exclusão é um dia nublado. Ser excluído é dizer para todos que sou diferente. Ser incluído é dizer que sou igual perante todos. A exclusão gera indiferenças. Na inclusão as diferenças não são geradas. A exclusão gera preconceitos. A inclusão constrói bons conceitos e excelentes preceitos. Exclusão abre um buraco gigante para esconder os excluídos. Inclusão fecha o buraco para que ninguém caia na exclusão. A exclusão evidencia os defeitos, os medos. Na inclusão valorizamos os acertos, os bons exemplos. Exclusão é tirar de perto aqueles que não me fazem falta. Inclusão é colocar mais perto os que nem se quer conheço. Exclusões são todos aqueles que desviam o olhar de um mendigo sujo e maltrapilho, despedido de suas diferenças. Daí vem à inclusão que nos redime, quando lhe damos o alimento. Excluídos, na verdade, somos todos nós, que não conseguimos excluir das nossas vidas, da nossa “verdade”, esses mal ditos e mal vistos paradigmas de que somos melhores e mais especiais do que os outros. Na verdade, pessoas especiais são todos aqueles que sabem conviver com as diferenças do outro. São aqueles que conseguem sair do seu conforto para dar todo conforto aos outros. É aquele que consegue aprender um pouco mais para ensinar o que sabe, para aqueles que nada sabem. Portanto, caro leitor, se se exclui, nega-se a si mesmo, se inclui o outro, doa-se a um mundo todo.”
Em nota de conclusão, a escola que defendemos é uma escola inclusiva, “de todos e para todos”, democrática, cooperativa e deverá promover constantes valores educativos. Incluir é necessário, primordialmente, para melhorar as condições da escola de modo que nela se possam formar gerações mais preparadas para viver a vida na sua plenitude, livremente, sem preconceitos, sem barreiras. E citamos a máxima que utilizamos no nosso dia-a-dia “Se tu queres, podes. Se eu quero posso. Quando queremos, entre todos podemos”(Fundação Síndrome de Down, Madrid).
A coordenadora da UAEAM

Fátima Vitória

domingo, 9 de fevereiro de 2014

14 de fevereiro

Atividades variadas no Dia dos Namorados
 
 
O dia 14 de fevereiro será assinalado na ESAAG com várias atividades. A Associação de Estudantes organiza a habitual distribuição de cartas com declarações de amor, atuações musicais no Salão e jogos tradicionais.
O Departamento de Línguas, em colaboração com o Curso de Restauração, leva a cabo no Salão uma Feira de Culturas e Sabores e no Espaço da Memória uma mostra alusiva ao Dia de São Valentim. Esta apresentará cartões do Dia dos Namorados e “lenços dos namorados”, recuperando em papel esta ideia tradicional originária do Minho. Quanto aos petiscos, haverá para todos os gostos desde os scones (ingleses) aos crepes (franceses) e aos churros (espanhóis).
Quanto ao Clube de Leitura, reeditará este ano no Salão o passatempo “Histórias de Amor aos Pedaços”. Para além desta atividade, promove ainda ao nível do 9º ano a criação de slogans à volta do tema “Violência no Namoro”, que serão depois divulgados no Blogue do Clube. Será também escrito por alunos do 10º ano um livro com poemas de amor copiados à mão, nomeadamente os famosos sonetos de Camões. A obra poderá ser depois consultada no Centro de Recursos.
(foto retirada de umaorquideabranca.blogspot.com)

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Infiltrações

Situação de novo grave no CR e no Pavilhão
 

 
 
 
 
 

Hoje de manhã, enquanto a neve começava a derreter, dava-se novamente o fenómeno que já tinha preocupado a ESAAG no ano passado: as infiltrações no Centro de Recursos (CR) e no Pavilhão são mais que muitas e começam a danificar as carpetes no CR e o pavimento (caro) do Pavilhão. A água que se infiltra no CR desce também para a zona dos Serviços Administrativos.
Porque é que se infiltra a água resultante da fusão da neve? Tanto num caso como noutro porque o ondulado da cobertura mantém a neve mais tempo na superfície da cobertura, infiltrando-se nas ligações entre peças, estrutura que não corresponde pois ao desejável para as condições climatéricas da Guarda.
Quando se poderá pensar numa solução definitiva já que no ano passado o mesmo se verificou?

Neve ontem e hoje

Neve não impede aulas hoje, terça-feira




Ontem, dia 3 de fevereiro, segunda-feira, a ESAAG fechou por falta de condições devido à neve, assim como as restantes escolas do concelho. Hoje, apesar da abundante neve nos passeios e na entrada da escola, as aulas iniciaram-se com normalidade. A neve, muito líquida em algumas zonas, dificulta a passagem mas as brincadeiras não podem esperar. E a neve é sempre bonita.