quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Sessões do Clube de Saúde

 Alimentação saudável foi o tema

Numa sessão do Clube de Saúde no passado dia 20 de novembro, uma psicóloga do centro de saúde local veio falar-nos sobre problemas relacionados com a alimentação. Fomos chamados à atenção para dois em especial: a anorexia e a bulimia.
Ficámos a saber mais sobre estes problemas: o que provocam, os hábitos das pessoas com estes problemas, como podem ser tratados, de que forma afetam as pessoas, como é que estas veem o seu corpo... No final da apresentação vimos um vídeo sobre as doenças. Esse vídeo falava sobre algumas modelos profissionais que tinham sido afetadas pelas doenças  e as distorções corporais que estas pessoas vieram a sofrer, algumas até à morte. 

Acho que  foi uma apresentação interessante e importante, porque é necessário alertar para estas situações pois são problemas frequentes na adolescência e cada vez mais se têm vindo a registar casos deste tipo e também porque se acontecer saberemos como poderemos lidar com a situação e detetar os sinais destas doenças. (foto http://kilorias.band.uol.com.br/)

Beatriz Marques e Gabriela Gomes (7º B)

Dia Mundial da Luta contra a Sida

Laço na Escola

    Para assinalar o Dia Mundial de Luta Contra a SIDA, comemorado no 1º de dezembro, os alunos do 9º F, em conjunto com os clubes de Saúde e de Fotografia, desenvolveram no salão da escola a atividade “Formação de um laço humano”. Esta ação pretendeu sensibilizar a comunidade educativa para a luta contra a SIDA.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

DESFILE VESTIR OS VALORES II - O BALANÇO

 Luísa Fernandes, professora coordenadora da organização:

Uma atividade simples com um único objetivo: angariação de fundos para ajudar e tornar mais feliz o Natal de três instituições da cidade (Refúgio Ana Luísa, Aldeia SOS da Guarda e o Projeto Nascer, da Cáritas Diocesana da Guarda).
Dois meses e meio de preparação, planificação e apresentação do Projeto, a adesão do comércio local, a escolha e seleção dos “modelos”, a logística… O nosso quotidiano rotineiro, aulas-casa, casa-aulas, preparação de aulas, família, até que… repentinamente, se instala a insânia! Corre-se de loja em loja, experimenta-se, veste-se e despe-se roupa, olha-se ao espelho e sorri-se ou franze-se a testa, pensa-se nos sapatos, no penteado, na maquilhagem…
No dia D, o corre-corre mais parece uma comédia barata, tiram-se cadeiras, colocam-se cadeiras, carpetes, flores, luzes, ajusta-se o som. Mais tarde, nos bastidores instala-se a confusão, os nervos. Entretanto abrem-se as cortinas, o salão está a abarrotar (cerca de 1200 pessoas), o bar cheio de cores e sabores, a música dá o tom e os passos iniciam-se.
No final, qual o balanço? Muito positivo, de diversas formas: mostrar, num evento de moda solidário o que os nossos alunos são capazes de fazer (desfilar, cantar, dançar, tocar, cozinhar); envolver alunos, ex-alunos, professores, ex-professores, professores aposentados, pais e avós; apoiar as três instituições. No fundo, envolvemos a escola e a comunidade num único objetivo – a solidariedade, visível na verba atribuída a cada instituição (750 € inicialmente, 850 € com os ajustes). Neste balanço, saliento ainda o empenho e participação da Escola (Direção, professores, alunos e assistentes operacionais), do comércio local (lojas, cabeleireiros e maquilhadoras). Sem eles e, em especial da Conceição Melo, do João Paulo Pinto, da Licínia Pais, da Teresa Soares, da Alda Antunes, dos alunos do 12º C, da Fátima Lucas e do Manuel Diogo, tal não seria possível. 

António Rodrigues, um dos professores apresentadores:

Como diz a máxima, “a alma da educação é a educação da alma”. Assim, um evento que tem como meta a solidariedade fica como peixinho na água numa escola onde a educação para os valores deve ter uma desenvoltura exemplar. Tem sido este o pano de fundo das atividades já realizadas na nossa escola: “Vestir os Valores I e II” e “Chocolate”. A estes momentos marcantes, devemos acrescentar que a escola, através do DT, pratica, diariamente, solidariedade para com alunos economicamente carenciados.

Quanto ao acontecimento do dia 29 transato, foram verdadeiramente notórios a adesão e o empenho da comunidade educativa, com uma dedicação e trabalho digno de menção, sem qualquer constrangimento em desfilar por uma causa nobre. Os EE estiveram, de forma surpreendente, presentes, basta atendermos ao número de senhas que foram vendidas. Foram também evidenciadas a vontade de bem-fazer e a alegria que inebriou todos os envolvidos na prestação deste valioso contributo em favor dos necessitados, desde os que emprestaram o corpo às marcas, desde os que prepararam os espaços, até aos do som, da música, da maquilhagem e cabeleireiros. Em todas as tarefas se notou total dedicação e desprendimento, ao abraçarem esta causa.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

CRTIC na sede do Agrupamento

     Uma mais-valia do Agrupamento ao serviço da Educação Especial

Na ESAAG está instalado desde setembro passado um CRTIC. Os CRTIC são Centros de Recursos TIC virados para as crianças e jovens com necessidades educativas especiais. No âmbito da política de inclusão e de reorganização da educação especial regulamentada pelo Decreto-lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro, foram tomadas várias medidas de apoio aos alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE) de carácter permanente, entre as quais a criação de uma rede de CRTIC que cobrem todo o território nacional.
A rede nacional de CRTIC foi criada, essencialmente, para avaliar as necessidades educativas individuais dos alunos com NEE no que respeita a tecnologias de apoio à aprendizagem. A criação destes Centros surge para colmatar a necessidade de divulgar todo o potencial que as tecnologias de apoio à aprendizagem oferecem e de promover a sua atribuição aos alunos. Com início em 2007/2008 conta, presentemente, com 25 centros, sedeados, na sua maioria nas escolas sede dos agrupamentos. Foram instalados em articulação com as ex-Direções Regionais de Educação e os respetivos órgãos de gestão das escolas-sedes e dão apoio a um território educativo de proximidade distrital.
Amável Teles, coordenadora do CRTIC
O CRTIC da Guarda iniciou funções em 2007/2008 e atualmente encontra-se instalado na Escola Secundária de Afonso de Albuquerque e tem como área de intervenção os concelhos de Almeida, Belmonte, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Guarda, Meda, Pinhel, Sabugal e Trancoso.
A atividade dos CRTIC é regulada por Normas Orientadoras de Funcionamento definidas a nível central pela Direção Geral da Educação (DGE) estando obrigados a apresentar à DGE planos e relatórios anuais de atividades.
Os CRTIC foram apetrechados com equipamento e software específico e são dotados com uma verba anual para o seu funcionamento. A monitorização da sua atividade e funcionamento é feita pela DGE, que também dinamiza a respetiva comunidade de docentes, através da plataforma moodle.
O CRTIC da Guarda conta com duas docentes de educação especial a tempo inteiro (Amável Teles e Alcina Monteiro) e o apoio de um docente de informática (Paulo Santos) A sua atividade é divulgada através da página Web do CRTIC http://crticguarda.webnode.com.pt/  e através do facebook em https://www.facebook.com/crtic.guarda
A equipa do CRTIC - Guarda


José Rodrigues, do 11º C, novo Presidente da Associação de Estudantes


Política de proximidade e “casa aberta”

 -Como te sentes após a vitória?
O sentimento após a vitória foi, naturalmente, de alegria. Depois, ao lembrar-me de todo o trabalho e da sequência de momentos desde que se decidiu fazer a lista, passando pela festa de apresentação, a festa com o Sam The Kid e o Mundo Segundo e a campanha, senti orgulho pelo esforço e dedicação de todas as pessoas que se associaram ao “V” para tornar a vitória possível. Agora o sentimento é de responsabilidade e de certeza que podemos fazer mais pela escola.
-Quais são as grandes linhas de atuação que pretendes seguir?
Pretendemos seguir uma política de proximidade e de “casa aberta” para todos os alunos, para responder e procurar resolver qualquer problema dos alunos. Entendemos ainda que é preciso proceder à elaboração de Estatutos para a AE e ser mais proativos e presentes na vida escolar. (Permitam-me que escreva sempre na 1ª pessoa do plural já que respondo a estas perguntas  em representação de todos os elementos da lista e não apenas a nível pessoal)
-Há alguma reivindicação mais importante que as outras?
Todas as reivindicações são importantes. Porém, é óbvio que algumas são mais importantes que outras. Assim, entendemos que é essencial uma sala de estudo em horário pós-letivo e que algumas questões que na nossa escola já são crónicas, como o problema do aquecimento e a as infiltrações, não se repitam este ano.
-Quais as atividades mais próximas?
E termos de calendário, pretendemos fazer uma RGA (Reunião Geral de Alunos) ainda este período e uma atividade de Natal que se possa incluir no Dia do Patrono. Pretendemos no 2º período realizar um Torneio de Futsal, entre outras medidas presentes no Programa apresentado.
-Como interpretas o facto de terem aparecido seis listas para as eleições da AE?
A existência de tantas listas é fruto do despertar da consciência de que são os alunos que moldam a escola e que podem fazer algo mais por ela. Esta ideia, associada ao papel quase nulo da AE ao longo dos anos e a vontade de inverter esta situação catalisou então o aparecimento de tantas listas: Aproveito para saudar o número tão elevado de listas e a forma democrática e correta como decorreram todos os momentos da campanha.
-Vale a pena existir uma Associação de Estudantes?

Uma Associação de Estudantes é indispensável a uma escola, nem que seja pelo facto de promover o associativismo e dar possibilidade aos alunos de tomarem consciência do direito de voto que vão ter quando atingirem a maioridade. Em relação ao que uma AE pode fazer, a questão muda de figura e pode questionar-se se a Associação de Estudantes, durante o seu mandato, fará algo de palpável, visível. Eu respondo citando Fernando Pessoa, ao afirmar que “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena". E uma coisa de que me apercebi, principalmente na campanha, é que o projeto V tinha alma e vontade. O resto flui naturalmente. Estou, portanto, convicto de que podemos fazer algo de positivo pela nossa escola e pelos alunos.