A análise do IAVE salienta ainda que o coeficiente de correlação entre Classificação de Exame (CE) e Classificação Interna de Frequência (CIF) tem como base a diferença do objeto de avaliação, que engloba “componentes mais diversificadas” na sala de aula. Não é portanto de admirar a diferença entre CE e CIF. É no entanto difícil de explicar para o IAVE a persistência do valor da CIF (valor médio entre 13,0 e 13,7), que constitui “uma marca crónica do nosso sistema de ensino”, não refletindo os resultados a “reconhecida especificidade e diversidade das disciplinas em apreço no que se refere, entre outros aspetos, às conceções sociais sobre a respetiva complexidade”.
Conclui-se assim que as descidas em algumas disciplinas são “estatisticamente irrelevantes”, não refletindo uma ideia de “regressão na capacidade global dos alunos avaliados”. Apenas “leituras longitudinais em intervalos temporais mais longos” poderão ser significativos.
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