segunda-feira, 20 de julho de 2015

EDUCAÇÃO LITERÁRIA – 3º CICLO – 7º ANO Os livros que as metas apontam


No 7º ano, na disciplina de Português, continua a aventura de descobrir textos literários, portugueses e estrangeiros, de diversas épocas e géneros. Pretende-se assim que o aluno identifique “temas, ideias principais, pontos de vista e universos de referência”. Também comparar textos de diferentes géneros é uma das metas pretendidas, do mesmo modo que reconhecer valores culturais presentes neles, exprimindo ideias pessoais sobre os textos e chegando mesmo a pequenos comentários.
Trata-se pois de um exercício de leitura regularmente seguido de escrita, “aumentando progressivamente a extensão e complexidade dos textos selecionados” e fazendo leitura oral, recitação e dramatização de textos lidos. Os textos de comentário devem também aparecer cada vez mais em contextos de iniciativa pessoal. 
No quadro abaixo apresentado podem ver-se as leituras propostas pelas Metas, entre as quais os professores selecionarão em setembro as leituras obrigatórias. Algumas delas, nomeadamente as mais curtas (poemas e contos), vêm incluídas no manual (PARA)TEXTOS. As leituras mais longas porque não iniciá-las nas férias? São bem agradáveis. Nos últimos anos têm sido:
-O cavaleiro da Dinamarca (Sophia de Mello Breyner)
-Leandro, rei da Helíria - excertos (Alice Vieira)
-História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar (Luís Sepúlveda)


domingo, 19 de julho de 2015

1.ª FASE DA CANDIDATURA AO ENSINO SUPERIOR 2015 De amanhã, 20 de julho, a 7 de agosto

     

     Começa amanhã e dura até ao dia 7 de agosto (3 semanas) o período de candidatura para acesso ao ensino superior na sua 1.ª Fase. Estão abertas 50.555 vagas no ensino público, somando o ensino universitário (28.242 vagas, ou sejam 55,9%) e o ensino politécnico (22.313 vagas, ou sejam 44,1%). A fixação das vagas pelas instituições de ensino superior teve em conta, por orientações do Ministério da Educação, a "empregabilidade" e a "procura efetiva". Trata-se de um total de 1.048 pares instituição / curso para escolha.
    As vagas para o ensino superior estão atualmente numa fase descendente, dado o menor número de candidatos, tendo atingido o seu máximo em 2011 com 53.500 vagas. No Instituto Politécnico da Guarda (IPG), as vagas baixaram de 761 em 2012 para 686 em 2013 e para 676 em 2014 e 2015.  Na Universidade da Beira Interior (UBI), de 1295 em 2012 e 2013 desceu-se para 1280 em 2014 e para 1240 em 2015. 
     A candidatura é feita online. Os resultados da 1.ª Fase serão conhecidos a 7 de setembro através do sítio da DGES na Internet. Para todas as informações procurar em http://www.dges.mctes.pt/DGES/pt/Estudantes/Acesso/ConcursoNacionalPublico/cn2015.htm

sábado, 18 de julho de 2015

EDUCAÇÃO LITERÁRIA – 2º CICLO Livros para gostar nas férias


Ler livros de literatura para crianças e jovens de tradição popular é um dos objetivos do Domínio de Referência EDUCAÇÃO LITERÁRIA no âmbito do Programa de Português do 2º Ciclo, bem como a abordagem de adaptações de clássicos.
Na poesia trata-se de identificar os temas dominantes do texto poético e as suas formas mais características; no texto narrativo importa identificar a relação entre as partes do texto e a sua estrutura global e também os contextos a que o texto se reporta, nomeadamente os históricos e a representação de mundos imaginários; no texto dramático desafia-se o aluno a expor o seu sentido global e a sua organização estrutural. Em todos fazem-se comparações de versões de um texto ou livro e relaciona-se a literatura com outras formas de ficção.
Aqui ficam as obras que no programa aparecem como sugeridas para serem trabalhadas na aula, com muitos textos, nomeadamente os curtos, a aparecerem no manual e os professores a fazerem depois a seleção, já que seria impossível trabalhar tudo no âmbito da disciplina de Português. Fica no entanto a sugestão de fazerem leituras de férias e ao mesmo tempo pouparem já tempo de leitura durante o ano letivo. Vejam se têm lá alguns destes livros em casa.
Amanhã divulgaremos as obras a trabalhar no 7º ano. (Imagem gigglefamilia)


sexta-feira, 17 de julho de 2015

EXAMES NACIONAIS ENSINO SECUNDÁRIO – 1ª FASE (Alunos Internos) Vejam as diferenças



Vejamos agora um quadro com as diferenças na ESAAG entre Classificação Interna Final (CIF), Classificação de Exame (CE) e Classificação Final de Disciplina (CFD), referentes à primeira fase de Exames Nacionais do Ensino Secundário (alunos internos).


Média de Exame
(escala 200)
Média de CIF
(escala 20)
Média de CFD
(escala 20)
Percentagem reprovações finais – CFD
(após exame)
Diferença CIF – Exame (escala 20)
Diferença CIF – CFD
(escala 20)
Biologia e Geologia
87
14,0
12,6
15,7%
5,3
1,4
Filosofia
116
13,5
13,0
2,9%
1,8
0,5
Física e Química A
89
13,3
12,0
22,2%
4,3
1,2
Geografia A
114
13,0
12,6
0%
1,7
0,4
História A
114
12,0
11,9
10%
0,6
0,1
Literatura Portuguesa
113
13,9
13,2
0%
2,5
0,7
Matemática A
125
14,5
14,0
8%
2,0
0,5
MACS
148
14,1
14,4
0%
-0,7
-0,3
Português
121
14,1
13,5
2,1%
2,0
0,6
          Conclusões:
-sobressaem pela positiva e pela surpresa nas médias de exame as classificações de Matemática A (125) e MACS (148);
-as únicas disciplinas em que as classificações de exame fazem descer a classificação final em mais que um valor são Física e Química A (1,4) e Biologia e Geologia (1,2);
-também nestas disciplinas se registam as maiores taxas de reprovação por força dos resultados de exame (22,2% em Física e Química A e 15,7% em Biologia e Geologia);
-nas mesma disciplinas as distâncias entre CIF e CE são enormes (5,3 e 4,3 respetivamente em Biologia e Geologia e Física e Química A);
-em Geografia A, Lit. Portuguesa e MACS, não há reprovações por força dos resultados de exame.


ORGANIZAÇÃO ANO LETIVO 7 - Como se faz o horário de um professor da ESAAG?


Um horário de professor do 2º e 3º Ciclos e do Ensino Secundário tem uma componente letiva e uma componente não-letiva. Na componente letiva têm de ser integrados 1.100 minutos de aulas (22 X 50 minutos), o que em termos de aulas de 45 minutos significa 24 tempos. Para os professores mais velhos, que já têm redução de tempos letivos por antiguidade (artº 79 do Estatuto da Carreira Docente), esta redução pode ir de 2 a 9 tempos. Na componente letiva integram-se ainda obrigatoriamente as horas destinadas à Direção de Turma e eventualmente outros cargos a atribuir a professores que não tenham redução por antiguidade (coordenadores de ano ou departamento, por exemplo).
Na componente não-letiva integram-se tempos de trabalho de escola num máximo de 150 minutos (na ESAAG estabeleceram-se dois tempos de 45 minutos, mas podem ser mais até ao máximo daquela carga horária) dedicados à coordenação letiva ou trabalho colaborativo entre professores (um tempo) e a outras atividades como Apoio aos Diretores de Turma, Projetos, Clubes, apoios a alunos, etc. (um tempo). Para os professores com horas de redução do artº 79, esses tempos (mínimo 2, máximo 9) são destinados a cargos de gestão pedagógica ou de animação cultural (exemplo: delegado de disciplina, coordenador de ano ou departamento, coordenador de clube ou projeto) ou a trabalho de apoio pedagógico individualizado a alunos (até 50% destas horas).
Para além da componente letiva e da componente não-letiva em trabalho de escola, há ainda a componente não-letiva de trabalho individual sem marcação de horário (13 horas), estando prevista uma carga de 3 horas para reuniões.
Resumindo:
-Componente letiva: 24 tempos (pode ser menor se houver reduções do artº 79 do ECD)
-Componente de trabalho de escola: 2 tempos

-Componente de trabalho individual: restante até às 40 horas de trabalho (inclui reuniões)